Feira do Livro de Lisboa 2026 - parte II

Estou de férias. Hoje é um dia especial. Vou participar no meu segundo evento da Feira do Livro de Lisboa.

Estarei em sessão de autógrafos do livro "Carta à Mãe" no pavilhão da editora "Oficina da Escrita".

Convidei algumas amigas a estarem presentes. É com alegria que partilho estes momentos especiais.

Assim se constrói um magnífico álbum de memórias.

Está muito calor e a hora não ajuda. Combinamos almoçar antes da sessão.

A Feira do Livro tem muita escolha alimentar espalhada ao longo do Parque.

Ficamos na zona central superior, com vista por sobre o Parque Eduardo VII. Ao fundo, destaca-se a silhueta da Baixa por sobre o Tejo.

Por momentos, sinto-me como se perante um quadro pintado por artista inspirado. Lisboa sempre a encantar.

O pavilhão D49 fica perto. Aqui se situa a editora "Oficina da Escrita".

O livro "Carta à Mãe" está em destaque na fila da frente.

Ao longo da manhã, o tema do livro foi muito procurado. O luto e a perda estiveram no top dos pedidos de todas as idades, incluindo jovens adultos.

Recebo esta notícia com alguma surpresa. Simultaneamente, fico feliz por saber que a "Carta à Mãe" está a espalhar a sua mensagem.

Ocupo o meu lugar na cadeira do autor e vivo intensamente esta experiência.

«Na leitura desta carta, ressuscitarás. Será isto a imortalidade? Creio no dom da palavra a polvilhar vidas por sobre as vidas, a transformar pensamentos, despoletar sentimentos, abrir trilhos em florestas selvagens, iluminar dias solitários, a prolongar existências finitas.»

In Carta à Mãe

Sinopse do livro:

Num registo memorial, ligado à doença oncológica da mãe e ao amor filial, procura-se ultrapassar a finitude acontecida através de uma narrativa poética.

 

«Proibi-te de partires, mãe, mas a irreverência sempre foi a tua marca pessoal. Como último recurso, aprisionei-te nesta carta onde vais ter de existir, donde quer que onde.»

Já disponível nas livrarias.

©Sara Alfenim

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Uma flor, de aparente fragilidade, desabrocha a partir de sementes profundamente enraízadas na terra. A flor exibe-se em beleza e oferecerá o seu lugar à continuidade do ser. E neste lugar de memória, a existência ir-se-á perpetuando de flor em flor até ao infinito. Daqui emanam, com os seus múltiplos e sucessivos perfumes, sen-

timentos, sentidos e palavras que abraçam

a eternidade.

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