SOBRE MIM

Nascida em 1975, criada em Reguengos de Monsaraz, tornada Farmacêutica e Mestre pela Faculdade de Farmácia da Universida-de de Lisboa e dedicada à Indústria Farma-cêutica, Sara Alfenim é, desde que a memória se arrisca pelo tempo já passado, uma amante das palavras.

SOBRE MIM

Nascida em 1975, criada em Reguengos de Monsaraz, tornada Farmacêutica e Mestre pela Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa e dedicada à Indústria Farmacêutica, Sara Alfenim é, desde que a memória se arrisca pelo tempo já passado, uma amante das palavras.

Gosta da sua profissão por sentir que tem um impacto positivo na saúde das populações e porque lhe permite dar um contributo para o bem-estar e melhoria da vida das pessoas que recebem o resultado do seu trabalho. A par com os estudos e a actividade profissional, foi desde sempre uma apaixonada pela leitura e pela es-crita, às quais que se tem dedicado ao longo do tempo.

Iniciou o gosto pela escrita de poesia na adolescência, a idade dos segredos, que lhe permitiu comunicar escondida por detrás do poema. A poesia transformou-se numa zona de liberdade para a expressão de sentimentos, de quereres e de sonhos. Nessa altura, o poema é

o amigo confiável com quem desabafar.

O primeiro poeta que fez a diferença na sua relação com a poesia foi-lhe apresentado pela mão da professora de português. Foi o poeta Eugénio de Andrade, pela força imagética dos seus versos, enorme sensibilidade, masculini-dade e bom gosto.

Sendo o seu autor de referência, há outros poetas que também aprecia bastante, dos quais destaca: a apaixonada e cheia de vida Rosa Lobato de Faria; a escandalosamente criativa, livre e sem papas-na-língua Adília Lopes; a sexualidade sem tabus da Maria Teresa Horta; a densidade e ironia do Alexandre O’Neill; e dos poetas da actualidade, Miguel-Manso e JL Peixoto.

Ao longo dos anos tem desenvolvido algum trabalho escrito publicado.

Gosta da sua profissão por sentir que tem um impacto positivo na saúde das populações e porque lhe permite dar um contributo para o bem-estar e melhoria da vida das pessoas que recebem o resultado do seu trabalho. A par com os estudos e a actividade profissional, foi desde sempre uma apaixonada pela leitura e pela escrita, às quais que se tem dedicado ao longo do tempo.

Iniciou o gosto pela escrita de poesia na adolescência, a idade dos segredos, que lhe permitiu comunicar escondida por detrás do poema. A poesia transformou-se numa zona de liberdade para a expressão de sentimentos, de quereres e de sonhos. Nessa altura, o poema é o amigo confiável com quem desabafar.

O primeiro poeta que fez a diferença na sua relação com a poesia foi-lhe apresentado pela mão da professora de português. Foi o poeta Eugénio de Andrade, pela força imagética dos seus versos, enorme sensibilidade, mas-culinidade e bom gosto.

Sendo o seu autor de referência, há outros poetas que também aprecia bastante, dos quais destaca: a apaixonada e cheia de vida Rosa Lobato de Faria; a escandalosamente criativa, livre e sem papas-na-língua Adília Lopes; a sexua-lidade sem tabus da Maria Teresa Horta; a densidade e ironia do Alexandre O’Neill; e dos poetas da actualidade, Miguel-Manso e JL Peixoto.

Ao longo dos anos tem desenvolvido algum trabalho escrito publicado.

Apreciadora da diversidade e da escrita de poesia com conceitos diferentes, apresenta poesia temática, histórias contadas em versos e momentos de observação e sentir livres, registados como Instantâneos.

Participou, em 1999, com sete poemas na colectânea de poesia "Ao redor das palavras" numa edição da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Em 2021, publicou o livro de poesia "Handbook da Maternidade", que vive de apontamentos de maternidade desde o nascimento do apelo cerebral até ao primeiro aniversário de existência mundana do filho. Este livro teve apresentações na Biblioteca Municipal da Póvoa de Santa Iria e na Feira do Livro de Lisboa. Em 2025, publicou uma narrativa poética emocionante, chamada "Carta à Mãe", onde uma filha escreve à sua falecida mãe, rompendo anos de silêncios, sobre a perda, o amor e o vínculo inquebrável entre mãe e filha. Em 2026, publicou o livro de poesia "Do teu âmago canta o meu arco-íris". Num registo memorial, ligado à doença oncológica da mãe e ao amor filial, procura-se ultrapassar a finitude acontecida através de uma poesia intensamente visceral.

Num futuro breve, pretende publicar poesia infanto-juvenil, tendo participado, em 2025,

num retiro literário dedicado à literatura para esta faixa etária, promovido pela editora Trinta Por Uma Linha.

Mantém, desde 2012, o blogue ‘Balcão do Poema’ com poesia própria e, desde 2018, o canal de YouTube ‘Balcão do Poema’, dedicado à disseminação poética pelo dizer da mais variada poesia portuguesa.

Reside na Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira.

Na sua relação com o leitor, acredita que a poesia é de quem a lê, desenca-deando sensações, sentimentos, imagens, tal como quando observamos uma obra de arte, uma pintura. Camuflada num poema, existe uma transformação do EU no querer e no sentir do leitor que recebe o poema. Um poema tem muitas cores, tantas quantas as pessoas a quem os seus versos chegam.

Participou, em 1999, com sete poemas na colectânea de poesia "Ao redor das palavras" numa edição da Câmara Municipal de Reguengos de Monsaraz. Em 2021, publicou o livro de poesia "Handbook da Maternidade", que vive de apontamentos de maternidade desde o nascimento do apelo cerebral até ao primeiro aniversário de existência mundana do filho. Este livro teve apresentações na Biblioteca Municipal da Póvoa de Santa Iria e na Feira do Livro de Lisboa. Em 2025, publicou uma narrativa poética emocionante, chamada "Carta à Mãe", onde uma filha escreve à sua falecida mãe, rompendo anos de silêncios, sobre a perda, o amor e o vínculo inquebrável entre mãe e filha. Em 2026, publicou o livro de poesia "Do teu âmago canta o meu arco-íris". Num registo memorial, ligado à doença oncológica da mãe e ao amor filial, procura-se ultrapassar a finitude acontecida através de uma poesia intensamente visceral.

Num futuro breve, pretende publicar poesia infanto- juvenil, tendo participado, em 2025, num retiro literário dedicado à literatura para esta faixa etária, promovido pela editora Trinta Por Uma Linha.

Mantém, desde 2012, o blogue ‘Balcão do Poema’ com poesia própria e, desde 2018, o canal de YouTube ‘Balcão do Poema’, dedicado à disseminação poética pelo dizer da mais variada poesia portuguesa.

Reside na Póvoa de Santa Iria, concelho de Vila Franca de Xira.

Na sua relação com o leitor, acredita que a poesia é de quem a lê, desencadeando sensações, sentimentos, imagens, tal como quando observamos uma obra de arte, uma pintura. Camuflada num poema, existe uma transformação do EU no querer e no sentir do leitor que recebe o poema. Um poema tem muitas cores, tantas quantas as pessoas a quem os seus versos chegam.

Uma flor, de aparente fragilidade, desabrocha a partir de sementes profundamente enraízadas na terra. A flor exibe-se em beleza e oferecerá o seu lugar à continuidade do ser. E neste lugar de memória, a existência ir-se-á perpetuando de flor em flor até ao infinito. Daqui emanam, com os seus múltiplos e sucessivos perfumes, sen-

timentos, sentidos e palavras que abraçam

a eternidade.

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Uma flor, de aparente fragilidade, desabrocha

a partir de sementes profundamente enraíza-

das na terra. A flor exibe-se em beleza e ofere-

cerá o seu lugar à continuidade do ser. E nes-

te lugar de memória, a existência ir-se-á per-

petuando de flor em flor até ao infinito. Daqui

emanam, com os seus múltiplos e sucessivos

perfumes, sentimentos, sentidos e palavras

que abraçam a eternidade.

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