A Biblioteca Municipal da Póvoa de Santa Iria está sediada no Palácio da Quintinha da Piedade, um solar do século XVIII, situado numa antiga propriedade nobre do Séc. XIV, onde prevaleciam ligações agrícolas.
Na Quintinha da Piedade, pode usufruir do contacto delicioso com os animais da Quinta Pedagógica, fazer a sua prática desportiva, visitar o museu, frequentar a Biblioteca para adultos ou levar a sua criança a explorar o espaço infanto-juvenil. Pode, também, simplesmente passear pelos jardins e tomar um café na esplanada da antiga cozinha do Palácio.

Foi neste lugar maravilhoso que, com muita emoção e alegria, realizei, no passado dia 6 de Dezembro de 2025, o lançamento do meu livro de não-ficção "Carta à Mãe".
Apresentado pela minha amiga de longa data, Tânia Morais, e por mim própria. O salão encheu-se de família, amigos e frequentadores desta linda Biblioteca.
A Dra. Conceição Matos, bibliotecária responsável pelo espaço, fez as honras da casa, dando o mote para que Tânia Morais falasse a partir do coração, onde este livro lhe tocou mais fundo. Demonstrando uma enorme empatia e capacidade de se deixar envolver pela história e sentimentos narrados no livro “Carta à Mãe”, foi exímia na sua apresentação, com leitura intercalada de vários excertos relevantes do livro.

Seguiu-se uma conversa onde fui respondendo a questões pertinentes sobre o processo de escrita do livro.
Foi proporcionado um momento de interacção com o público, tendo tido um ponto alto com o cantar de “Gotinha de água”, trazendo a emoção deste cante desde o profundo Alentejo, donde sou conterrânea.
Houve um momento de convívio e assinatura de livros, tendo terminado o evento com um beberete de agradecimento.
Veja as fotos na galeria do site.
Sinopse do livro:
Num registo memorial, ligado à doença oncológica da mãe e ao amor filial, procura-se ultrapassar a finitude acontecida através de uma narrativa poética.
«Proibi-te de partires, mãe, mas a irreverência sempre foi a tua marca pessoal. Como último recurso, aprisionei-te nesta carta onde vais ter de existir, donde quer que onde.»
Já disponível nas livrarias.
©Sara Alfenim
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Uma flor, de aparente fragilidade, desabrocha a partir de sementes profundamente enraízadas na terra. A flor exibe-se em beleza e oferecerá o seu lugar à continuidade do ser. E neste lugar de memória, a existência ir-se-á perpetuando de flor em flor até ao infinito. Daqui emanam, com os seus múltiplos e sucessivos perfumes, sen-
timentos, sentidos e palavras que abraçam
a eternidade.
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