Como te escrevo uma rima?
Como te chego aí em cima?
Como te puxo aqui ao fundo?
Como te mostro o meu mundo?
se estás escondido num vestido!
se és descoberto breve pelo vento!
se fores dito e depois fores desdito!
se há vergonha no que se sonha!
Vamos com a letra uma após a outra?
Desenhar uma palavra após a outra?
Numa frase que se faz assim crescida?
Numa invenção de vida assim vivida?
©Sara Alfenim
CATEGORIA DO POST

Uma flor, de aparente fragilidade, desabrocha a partir de sementes profundamente enraízadas na terra. A flor exibe-se em beleza e oferecerá o seu lugar à continuidade do ser. E neste lugar de memória, a existência ir-se-á perpetuando de flor em flor até ao infinito. Daqui emanam, com os seus múltiplos e sucessivos perfumes, sen-
timentos, sentidos e palavras que abraçam
a eternidade.
Links Rápidos
Redes Sociais
Newsletter
Inscreva-se agora para receber
notícias minhas!

Uma flor, de aparente fragilidade, desabrocha
a partir de sementes profundamente enraíza-
das na terra. A flor exibe-se em beleza e ofere-
cerá o seu lugar à continuidade do ser. E nes-
te lugar de memória, a existência ir-se-á per-
petuando de flor em flor até ao infinito. Daqui
emanam, com os seus múltiplos e sucessivos
perfumes, sentimentos, sentidos e palavras
que abraçam a eternidade.
Newsletter
Inscreva-se agora para receber
notícias minhas!
Criado com systeme.io | Política de Privacidade | Política de Cookies
Criado com systeme.io